VALTER DE MOURA, Advogado

VALTER DE MOURA

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33 ANOS DE EXPERIENCIA - REALIZE NEGÓCIOS JURIDICOS COM SEGURANÇA JURIDICA
HERANÇA – Inventário judicial e extrajudicial, testamento vital, alvará para recebimento direitos de parentes falecidos; FAMÍLIA - Escritura de Reconhecimento e Dissolução União Estável com guarda de filhos e partilha de bens, pensão alimentícia - CURATELA -Interdição de Idosos; REGISTRO CIVIL - Retificação de erro no registro de nascimento, casamento e óbito, exclusão de nomes paternos por abandono, registro no Brasil de casamento realizado no estrangeiro, 2ª via de Registro Nascimento, Casamento e Óbito; DIREITO EMPRESARIAL - Notificação de saída de sócio, prestação de contas do administrador, dissolução de sociedade com apuração de haveres; DIREITO IMOBILIÁRIO - Ações em defesa da posse, Usucapião, Rescisão contrato compra e venda imóveis - CAUSAS CÍVEIS EM GERAL.

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Direito de Família, 29%

Reconhecimento de Paternidade, Ação de Alimentos, Dissolução de União Estável com partilha de ben...

Direito Civil, 29%

Registro Civil : Retificação de dados de nascimento, casamento e óbito, abreviação nome, exclusã...

Direito Empresarial, 23%

Notificação de saída de sócio, prestação de contas do sócio administrador, dissolução de sociedad...

Direito Imobiliário, 17%

Condomínio (uso da propriedade), Retificação de Registro de imóveis, Usucapião, Distrato de contr...

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 6 meses
É o cúmulo mesmo. Outro dia um advogado até bem sucedido precisou de vaquinha pra o tratamento de uma doença rara. Muita gente da comunidade se mobilizou. Mas fico imaginando... Um pai de família com dois filhos e um a caminho, com tamanha capacidade intelectual e sucesso nas causas que patrocina, deveria ter recursos para cuidar da saúde. Me coloquei na pele dele e minha espinha gelou. Será que meu plano cobriria algo assim ou estaria pago em dia no momento da necessidade? Se fosse comigo, teria eu o recurso necessário? O imaginário popular de que advogado é ladrão, é o que leva as pessoas a não quererem pagar bem o advogado, por mais relevante e essencial que seja o nosso serviço. E é isso que nos leva a tanta indignidade. O único jeito mesmo é nos unirmos no propósito de não resolver o problema de seu ninguém de graça. Outro dia atendi o tal "sondador" de que já falamos recentemente. Pela conversa dele vi que além de já saber do direito (não se tratava de dúvida), já conhecia até a solução (pois já havia consultado outro profissional). Não cobrei consulta. Cobrei muito mais do que cobraria por uma consulta. Disse que se ele quisesse uma segunda opinião, ficando a minha portanto, ao crivo de terceiros e do próprio cliente, então isso teria um preço, que eu só não cobraria se me contratasse pra resolver o problema (eu sabia que ele não contrataria. O sondador nunca contrata, por isso mesmo é o tipo que precisa pagar de qq jeito). Por incrível que pareça, o sujeito queria tanto uma segunda opinião que aceitou pagar por um parecer e fiz um parecer por escrito. Precisei de coragem pra isso, pois o seu parecer passará de mão em mão de outros colegas e vc estará sujeito a opinião dos outros. Por isso mesmo cobrei caro pra isso. Já fiz pareceres antes, e acho que vale o esforço e compensa o advogado tomar coragem e fazer. Às vezes, é isso ou fazer de graça ou pela bagatela de uma consulta, oralmente, apresentando uma medida que pode de fato, resolver o caso e trazer um benefício econômico de milhares ao consulente sondador. Como disse Fátima, tenho contas a pagar e pessoas, inclusive idosa, que depende de mim. Não posso levar minha profissão na brincadeira.
Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 8 meses
Depois de alguns meses, o escritório “não se paga”, apesar de todos os esforços.

Eu vivi isso na minha experiência. Após apenas um ano de escritório próprio com as contas pagas por meu pai, eu “desisti” de ter o meu próprio escritório e ingressei em outros, em regimes de parcerias e colaborações, e hoje eu vejo que foi uma decisão de imensa imaturidade, motivada exclusivamente pelo “medo do fracasso”. Hoje, com 18 anos de advocacia eu sei: o retorno aparece em 3 anos, mais ou menos. Começa a aparecer, pra ser mais exata. Retorno imediato só se eu fosse ao Ceasa e comprasse uma caixa de tomates e imediatamente, os levasse para revender no mercado da cidade. Vendendo todos os tomates após algumas horas (por preço mais alto que aquele pago por eles), teria o retorno do meu investimento. De imediato. Ocorre que escritório de advocacia não é banca de tomates numa feira livre. Um processo judicial demora em média três anos para se concluir. E na imensa maioria dos casos, o grosso dos honorários serão os honorários finais e sucumbenciais. E mesmo quando saem, o processo administrativo para sacar valores de requisições e precatórios pode demorar longos meses e demandar até despesas de viagens, conforme a comarca de origem. Assim, há que se esperar. Um escritório de advocacia deve ser montado com o mínimo de investimento financeiro possível, o mínimo necessário para que funcione, e o advogado deve providenciar uma provisão financeira para sustentá-lo pelos próximos anos, sem esperar que as contas do mês sejam pagas com os honorários percebidos ao longo daquele mesmo mês. Isso não é “pagar para trabalhar”. É investir na sua carreira e em você mesmo. Advogado não paga contas com “salário”. Advogado nem tem salário! Nosso pensamento financeiro não pode ser deturpado pela ideia do pensamento de um trabalhador comum. Após muitos anos pagando para trabalhar, literalmente, já que eu estava atuando no vermelho em escritórios alheios, eu tomei coragem de investir na minha própria banca. Formada por mim mesma, e eventualmente, por algum colega que pediu pra entrar e depois, pra sair, saindo da mesma maneira como entrou e eu continuei lá, firme. E com perseverança eu vi que o retorno começou a se apresentar. Em um determinado ano eu fiz as contas e vi que a soma dos honorários percebidos ao longo do ano foi um numerário superior à soma dos gastos mensais de manutenção do escritório e de sustento meu, de minha casa e de minha família, ao longo de 12 meses. Enfim, eu tinha alguma renda de verdade. Não foi lá “grandes coisas”, mas pra mim, foi a maior vitória e ao mesmo tempo, a maior derrota da minha vida. E assim eu aprendi. A conta que eu pago hoje, provém de uma ação iniciada há 3 anos, e assim sucessivamente. A ação que eu iniciei hoje garantirá meu sustento em 2021. Advogado tem que pensar em renda anual (e não mensal). E pagamos tudo com provisões, ou seja, valores que ganhamos e acumulamos antes de assumir o encargo. E, no nosso caso, anos antes. Ali eu vi que se há 10 anos eu não tivesse desistido do meu primeiro escritório, eu estaria naquele momento muito mais longe. A desistência atrasou a minha independência financeira por meio da advocacia em pelo menos 10 anos. Hoje, eu teria feito diferente. E não é preciso ter um “pai para bancar o escritório no início”. Oriento aos acadêmicos que invistam na advocacia. Façam estágios remunerados, trabalhem nas horas livres, ajudando seus pais em seus negócios, atuando como garçons ou músicos de botequins, não importa. Deem um jeito. Arranjem empregos temporários nas férias escolares, façam intercâmbio de trabalho no exterior durante as férias, vendam brigadeiro no intervalo das aulas e no ponto de ônibus. Mexam-se! E ao longo da faculdade, guardem cada centavo que entrar. Façam a provisão de 3 anos de sustento de seus próprios escritórios. Mesmo se decidirem pelos concursos, os três anos de advocacia serão necessários. Então não contem “com os outros” para isso. Trabalhem de verdade, por três anos, investindo em suas carreiras (e não “pagando pra trabalhar”) em seus próprios escritórios. Garanto que com tal postura haverá pelo menos 50% menos “baixas” da advocacia. Muitos vão se surpreender e acabar por permanecer nessa carreira maravilhosa, libertadora e tão importante na construção de um mundo melhor. E não se iludam: todos os grandes homens de sucesso que vocês puderem lembrar para citar, acumularam dinheiro poupando e investiram em seus negócios e aguardaram anos pelo retorno. Fórmula mágica não existe para nenhum modelo. Nem mesmo para o concurso, já que a vida de concurseiro também não é barata e demanda muito investimento. A advocacia trará retorno. A advocacia trás retorno. Basta que o advogado pare de pensar no próprio sustento com mentalidade de assalariado e comece a pensar em investimento e renda. Faz toda diferença do mundo.

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